quinta-feira, 27 de junho de 2013

Intrometo-me, desconheço-me, permaneço.
Na melancolia dos dias que surgem, na ironia de os viver
na severidade simples que é estar bem, mesmo não estando.
Capaz seria eu de me transtornar ao ponto de enlouquecer...

Estou perdida, de baixo do mar a luz do sol perfura até 30 metros.
Sinto-a e descanso com isso, saber que realmente estou viva,
isso acalma-me...

Não me interessa muito, ou pouco me diz o facto da ironia fazer parte
de todos ou quase, os seres que para cá vivem.
Já não me incomoda essa maneira triste de se viveram.

Estranhar é conseguir ver a verdade da ironia que lhes é.
Por isso estranha-se, e morre-se com isso
Ao pensamento asco que surge, e existe, e permanece...
À libertação da aversão que existe dentro de mim...


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